Às vezes, eu prefiro ler do que escrever. Acho que dói menos, sabe, me identificar com a dor alheia do que concretizar a minha própria em folha de papel ou tela de computador que seja. Escrevo mesmo assim. Escrevo versos soltos e frases incompletas. Me afogo então em tudo que fica entalado, que não sai de jeito algum.
E se. E se eu fosse menos propenssa a me distrair, a tropeçar e cair, se eu fosse mais direta e mais racional, eu não seria eu. Se eu fosse menos drama, menos lama e consequencia.
Simplesmente mais simples. Mas é pesado e complicado. E enquanto não passa, paciência.
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