Eu não sei se você me conhece. Mas se não conhecer, por favor, me encontre. Me mostre que a vida é mais do que histórias mal contadas. Mais do que desculpas efarrapadas. Eu peço apenas que seja sincero. Que continue firme se me quiser, mesmo quando descobrir defeitos que nem eu sabia que tinha. Fora todos aqueles incorrigíveis que eu vivo tentando me corrigir. Me conquiste. Me convença. Mesmo que não seja fácil, apenas tente. Um dia após o outro. Um passo de cada vez, mesmo quando me ver atropelando a mim mesma enquanto tento ser suficiente pra mim e pra você. Você pode até rir. Mas me ajude a levantar quando eu tropeçar na minha pressa e cair. Não me deixe sem respostas. Não me diga que eu pergunto demais. Me prove que com você eu posso ter paz. Eu posso ser mais. Eu posso ser nós.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
What's hurt
Não há maneira de explicar a dor de saber que eu existo longe de você, mas eu preciso. Preciso te contar me lembrei de você vendo um video. Lendo um artigo. Conversando com um novo amigo. E preciso te dizer que você não é tudo, nem chega perto de ser. Há dias que passam sem que eu mencione você por qualquer bobagem, acompanhados da vaga sensação de que estou me esquecendo de alguma coisa. Estou me esquecendo de você. Estou vivendo sem você. Vivendo, sem porém. Sem e se. E como isso dói.
Saber que acabou. Que não existem mais desculpas para te procurar. Que eu estou bem sem você. Bem e ponto. Não tem entretanto. E isso dói.
Dói, mesmo que não faça sentido. Dói que nosso amor tenha se perdido. Dói que o meu coração não esteja partido. Que não haja mais esperança. Que seguimos em frente, sozinhos, que estamos melhor assim. Dói.
Nós que nunca fomos perfeitos, juntos poderiamos ser mais. Mas afinal acabou. E isso dói.